
Um bom momento,
apesar dos gatos pingados.
A indefinição econômica de Araçatuba sempre foi um gargalo a obstruir o seu desenvolvimento. Ao longo dos anos a cidade conviveu com a ciclidade de sua produção, sustentada originária e basicamente no agronegócio, passando pela cultura do café, do algodão e depois pelos grandes rebanhos bovinos que lhe garantiu no final dos anos 40 o pomposo titulo de capital do boi gordo, importante na época, mas que sucumbiu diante da abertura das novas fronteiras mato-grossenses para onde migraram nossas boiadas. Isso abriu campo para a chegada da cana de açúcar com o Programa Nacional do Álcool, o Proálcool, a princípio visto com muita desconfiança pelos produtores.
Passado mais de um século de sua fundação Araçatuba está se consolidando e se definindo como a nova fronteira brasileira da bioenergia, transformando o perfil econômico da cidade e da região.
Sem nenhum exagero Araçatuba está vivendo o melhor momento em sua história de 102 anos. Apesar de meia dúzia de gatos pingados dizerem ao contrário. Não há como negar que Araçatuba ganha destaque e começa a se projetar e despertar interesse de grandes empresas que buscam a cidade para implantação de suas bases e expansão de seus negócios.
Araçatuba está recebendo importantes e significativos recursos do Governo Federal para investimentos em obras de infraestrutura, habitação, educação e saúde, garantindo condições para que o setor privado também possa se instalar na cidade. Só para dimensionar a grandiosidade dos investimentos vejamos esses números:
Construção do Estaleiro e Barcaças (Transpetro) R$ 405 milhões;
Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) R$ 114 milhões;
Terminal do Álcool (Petrobras) R$ 80 milhões;
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) R$ 36 milhões;
Construção da nova unidade industrial da Rigesa R$ 25 milhões e
Emendas Parlamentares R$ 5,1 milhões
Somados aos vultosos investimentos da empresa Cosan para construção do Terminal do Álcool (estação ferroviária) e de outras empresas do setor privado que atuam na área da construção civil, a projeção é de Araçatuba receba mais 1.2 bilhão de reais com essas obras. Tudo isso não acontece por acaso. E preciso que se reconheça o trabalho e o esforço empreendido pelo prefeito Cido Sério para trazer para a cidade esses investimentos, usando toda a sua influência, relacionamento e bom trânsito com setores do Governo Federal e muito particularmente com o próprio presidente Lula.
É bem verdade que a cidade precisa receber investimentos na recuperação asfáltica e na melhoria de seus parques industriais, fundamentais para sustentar o desenvolvimento que a cidade vislumbra. Mas para 2011 o governo municipal já sinalizou que essas serão duas prioridades. Isso nos dá a certeza de que Araçatuba passará por grandes transformações econômicas e sociais, se impondo como o mais importante centro bioenergético do País.
apesar dos gatos pingados.
A indefinição econômica de Araçatuba sempre foi um gargalo a obstruir o seu desenvolvimento. Ao longo dos anos a cidade conviveu com a ciclidade de sua produção, sustentada originária e basicamente no agronegócio, passando pela cultura do café, do algodão e depois pelos grandes rebanhos bovinos que lhe garantiu no final dos anos 40 o pomposo titulo de capital do boi gordo, importante na época, mas que sucumbiu diante da abertura das novas fronteiras mato-grossenses para onde migraram nossas boiadas. Isso abriu campo para a chegada da cana de açúcar com o Programa Nacional do Álcool, o Proálcool, a princípio visto com muita desconfiança pelos produtores.
Passado mais de um século de sua fundação Araçatuba está se consolidando e se definindo como a nova fronteira brasileira da bioenergia, transformando o perfil econômico da cidade e da região.
Sem nenhum exagero Araçatuba está vivendo o melhor momento em sua história de 102 anos. Apesar de meia dúzia de gatos pingados dizerem ao contrário. Não há como negar que Araçatuba ganha destaque e começa a se projetar e despertar interesse de grandes empresas que buscam a cidade para implantação de suas bases e expansão de seus negócios.
Araçatuba está recebendo importantes e significativos recursos do Governo Federal para investimentos em obras de infraestrutura, habitação, educação e saúde, garantindo condições para que o setor privado também possa se instalar na cidade. Só para dimensionar a grandiosidade dos investimentos vejamos esses números:
Construção do Estaleiro e Barcaças (Transpetro) R$ 405 milhões;
Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) R$ 114 milhões;
Terminal do Álcool (Petrobras) R$ 80 milhões;
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2) R$ 36 milhões;
Construção da nova unidade industrial da Rigesa R$ 25 milhões e
Emendas Parlamentares R$ 5,1 milhões
Somados aos vultosos investimentos da empresa Cosan para construção do Terminal do Álcool (estação ferroviária) e de outras empresas do setor privado que atuam na área da construção civil, a projeção é de Araçatuba receba mais 1.2 bilhão de reais com essas obras. Tudo isso não acontece por acaso. E preciso que se reconheça o trabalho e o esforço empreendido pelo prefeito Cido Sério para trazer para a cidade esses investimentos, usando toda a sua influência, relacionamento e bom trânsito com setores do Governo Federal e muito particularmente com o próprio presidente Lula.
É bem verdade que a cidade precisa receber investimentos na recuperação asfáltica e na melhoria de seus parques industriais, fundamentais para sustentar o desenvolvimento que a cidade vislumbra. Mas para 2011 o governo municipal já sinalizou que essas serão duas prioridades. Isso nos dá a certeza de que Araçatuba passará por grandes transformações econômicas e sociais, se impondo como o mais importante centro bioenergético do País.
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