Finalmente o velho prédio do HM - Hospital Modelo - vai ser colocado no chão. Uma antiga novela de muitos capítulos. Uma historia de tantas idas e vindas.
Isso começou nos anos 60. Nessa época Araçatuba ainda era a “capital do boi gordo” e certamente de “vacas magras”!
O sonho do ainda jovem médico, formado no Rio de Janeiro, Olair Felizola de Moraes, filho de Dona Maria Aparecida e João Flávio, tradicional família de pecuaristas, de construir um hospital moderno em Araçatuba se realizou apenas pela metade.
É verdade que alguns araçatubenses nasceram no HM. Ele chegou a funcionar, durante alguns anos, ainda que improvisadamente, mas cumpriu importante papel, na época, no atendimento à saúde.
Poderia dizer que o bebezinho HM nasceu doentinho. Não vingou!
Apesar de cercado por médicos pediatras neonatologista e obstetras.
Passaram-se anos e um grupo de médicos ainda tentou fazê-lo reviver.
Nada mais podia ser feito.
O HM estava mesmo morto. A causa? Dizem que, provavelmente, tenha morrido de “custosite operacional aguda”.
Ainda, antes do ultimo suspiro, na esperança de salvá-lo, o HM quase foi transformado em Hotel. Depois o Estado, numa operação mal sucedida, entrou em cena e comprou o esqueleto sonhando com um Hospital Regional.
Não deu em nada! Definitivamente o HM não havia nascido com saúde e muito menos para a saúde!
Quem sabe tivesse sido um hospital Veterinário não teria vingado? Afinal os Felizola de Moraes tinham “feeling” era para a pecuária.
Quarenta anos depois, um menino da periferia, quase contemporâneo do HM, foi reeleito com mais 51 mil votos para escrever o final dessa novela.
Cido Sério, prefeito de Araçatuba, escolheu o dia 12 de outubro de 2013, às 13 horas, para apertar o gatilho de detonador e por, finalmente, o gigante no chão.
Os araçatubenses, ao vivo, e outros que estão espalhados pelo mundo poderão ver pela TV ou pela internet o histórico momento do adeus ao velho conhecido: o Hospital Modelo. Quero me despedir várias vezes nestas manhas que ainda restam. O velho prédio faz parte da minha vida.
Sou otimista. Olho para o futuro com confiança, mas o presente já me traz a saudade de um passado que ainda nem chegou: A Avenida Brasília sem o velho HM.
Isso começou nos anos 60. Nessa época Araçatuba ainda era a “capital do boi gordo” e certamente de “vacas magras”!
O sonho do ainda jovem médico, formado no Rio de Janeiro, Olair Felizola de Moraes, filho de Dona Maria Aparecida e João Flávio, tradicional família de pecuaristas, de construir um hospital moderno em Araçatuba se realizou apenas pela metade.
É verdade que alguns araçatubenses nasceram no HM. Ele chegou a funcionar, durante alguns anos, ainda que improvisadamente, mas cumpriu importante papel, na época, no atendimento à saúde.
Poderia dizer que o bebezinho HM nasceu doentinho. Não vingou!
Apesar de cercado por médicos pediatras neonatologista e obstetras.
Passaram-se anos e um grupo de médicos ainda tentou fazê-lo reviver.
Nada mais podia ser feito.
O HM estava mesmo morto. A causa? Dizem que, provavelmente, tenha morrido de “custosite operacional aguda”.
Ainda, antes do ultimo suspiro, na esperança de salvá-lo, o HM quase foi transformado em Hotel. Depois o Estado, numa operação mal sucedida, entrou em cena e comprou o esqueleto sonhando com um Hospital Regional.
Não deu em nada! Definitivamente o HM não havia nascido com saúde e muito menos para a saúde!
Quem sabe tivesse sido um hospital Veterinário não teria vingado? Afinal os Felizola de Moraes tinham “feeling” era para a pecuária.
Quarenta anos depois, um menino da periferia, quase contemporâneo do HM, foi reeleito com mais 51 mil votos para escrever o final dessa novela.
Cido Sério, prefeito de Araçatuba, escolheu o dia 12 de outubro de 2013, às 13 horas, para apertar o gatilho de detonador e por, finalmente, o gigante no chão.
Os araçatubenses, ao vivo, e outros que estão espalhados pelo mundo poderão ver pela TV ou pela internet o histórico momento do adeus ao velho conhecido: o Hospital Modelo. Quero me despedir várias vezes nestas manhas que ainda restam. O velho prédio faz parte da minha vida.
Sou otimista. Olho para o futuro com confiança, mas o presente já me traz a saudade de um passado que ainda nem chegou: A Avenida Brasília sem o velho HM.
